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1 drink fácil e refrescante para os amantes de vinho ou de cerveja

O calor está batendo forte em todo o país e para quem já cansou de cerveja ou mesmo de vinho (acho que nem é possível, né?) para combater o calorzão, temos uma sugestão muito refrescante do Prof. Pedro Cardoso com ingredientes fáceis e preparo rápido.

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Ingredientes:

  • 40 ml de Chartreuse verde ou amarelo. O Chartreuse é um licor francês à base de ervas com uma fórmula antiga e secreta… Lembre-se, você não precisa comprar uma garrafa, pode levar sua embalagem e pedir a um bom restaurante, padaria ou bar para lhe vender a quantidade que precisa!
  • 100 ml de suco de limão siciliano
  • 40 ml de suco de laranja
  • Vinho Moscatel (vinho da uva Moscatel, mais adocicado) ou Witbier (tradicionalmente produzida na Bélgica, significa “cerveja branca” devido à sua aparência clara e turva. Produzida com maltes de trigo e de cevada e seu sabor traz a refrescância cítrica da laranja)
  • Gelo

Instruções:

  • Bata o gelo no liquidificador para deixá-lo picado como numa raspadinha e junte os sucos de limão siciliano e de laranja até ter o sabor e a consistência de um sorbet, tipo um picolé moído.
  • Coloque o sorbet num copo longo ou numa taça balon como a da foto.
  • Acrescente o Chartreuse.
  • Complete com o Moscatel ou com a Witbier.

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Viu como ele é versátil? Saúde.

A produção de uma cerveja caseira muito especial passo a passo para você!

Normalmente falamos sobre vinho, mas por uma razão muito especial, hoje vamos explicar passo a passo para você como se faz cerveja. Você vai perceber logo que esta certamente não é uma cervejaria industrial com sua centena de tanques de inox gigantes com centenas de milhares de litros. Você pode pensar que se trata de uma microcervejaria, mas estas produzem cerca de 200.000 litros por mês, o que também não é o caso. Vamos ver como é feita a cerveja de forma caseira, artesanal, numa “nanocervejaria”. O que os cervejeiros chamam por aí de paneleiros, mas que resgata a maneira que a cerveja era feita há séculos. Quem sabe você não se entusiasma e faz a sua também?

Paneleiros mesmo!
Paneleiros mesmo!

O que a gente vai ver aqui é a produção caseira de cerveja e para isso, o primeiro passo é a escolha da receita. Tem gente que procura na internet, tem gente que usa programas como por exemplo o Beer Smith e tem gente que usa a receita da família mesmo.

Receitinha na mão, hora de se dirigir ao seu fornecedor predileto, seja de carro ou via internet e escolher o malte, o lúpulo e a levedura de acordo ao estilo de cerveja que você queira produzir.

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Preparando o malte para a moagem.

O segundo passo, seria a malteação, ou seja: a ativação natural das enzimas presentes nos grãos, que serão utilizadas durante o processo produtivo para converter o amido em açúcares. A malteação também influencia em 4 características importantes da cerveja:

  1. cor;
  2. aroma;
  3. sabor;
  4. espuma.

Então tem que capricha na hora de moer todos os grãos. Parece simples, bem fácil, mas dá um belo trabalho. A moagem não pode deteriorar completamente o grão porque aí você produz uma farinha que termina numa papa impossível de ser trabalhada e não pode deixá-los inteiros, pois aí não há ativação suficiente das tais enzimas.

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Moedor (manual) de cereais caseiro.
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Grãos moídos.

 

 

 

 

 

 

Daí partimos para a maceração, necessária para as substâncias insolúveis tornarem-se solúveis através daquelas enzimas ativadas e da ebulição. Então, água quente neles. Os grãos moídos são adicionados à água a 66°C. Repare que a água não abriu fervura. Só está bem quente, para isso é recomendável a utilização de um termômetro próprio.  No momento da adição, a temperatura cai para 62°C e deve manter-se assim por uns 40 minutos. Este processo contém a mágica que vai transformar o amido dos grãos em açúcar, parte fundamental da fermentação.

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A água pura deve ser aquecida para o processo.
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Tudo moidinho e pronto para ir para a panela.

 

 

 

 

 

 

 

Depois destes 40 minutos, a temperatura deve subir a 72°C por 20 minutos e em seguida até 78°C. Tudo isso parece uma tremenda chatice de sobe e desce de calor, mas é muito importante para provocar e interromper a atividade enzimática nos momentos corretos e você ter o produto adequado para a fermentação.

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Olho no termômetro e aquela mexidinha para garantir a liberação do amido.

Aí começa o passo seguinte que é a recirculação de 50% do volume total de líquido para extração adicional de açúcares do malte e é assim mesmo, você abre a torneirinha da sua panela de cerveja enche uma jarrinha e joga ela de volta. Se a sua panela tem , digamos uns 40 litros, você deve recircular uns 20 litros. Se a sua jarrinha tem um litro, significa que você deve fazer isso 20 vezes. Atenção nas contas e força no muque que você chega lá.

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Neste momento você vai fazer a extração final, tirando praticamente todo o líquido e adicionando um 50% do volume total de água a 78°C para lavar bem o malte e extrair todo o açúcar dele. Então, supondo aquele caldeirão de 40 litros sobre o qual falamos anteriormente, significa que você vai precisar de mais uns 20 litros de água quente para esta fase. Dá para ver que a água é parte muito importante na produção da cerveja. É fundamental que ela não só seja limpa e sem resíduos, como de ótima qualidade, realmente pura e sem químicos.

Escaldando para a extração final.
Escaldando os grãos para a extração final.

Finalmente você tem uma base cheia de açúcares perfeitos para a fermentação. A papa de malte é desprezada, aliás é ótima como adubo natural. E os 2 líquidos devem ser misturados.

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Parece cerveja, mas é suco de malte. Docinho e sem gás.

Esta mistura volta ao fogo para atingir uma fervura vigorosa e então se adiciona o lúpulo de amargor. É importante tomar cuidado para não transbordar porque o lúpulo levanta espuma ao entrar em contato com o malte fervente e pode causar acidentes. Ferva por 50 minutos e adicione o lúpulo de aroma,  fervendo por mais 10 minutos.

Pronto. Finalmente se terminou o parte quente da produção de cerveja. Agora começa o processo de resfriamento do líquido que está a cerca de 100°C para uns 25°C, utilizando uma placa resfriadora, enquanto se transfere a cerveja da panela para o balde de fermentação.

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Bomba de água para o resfriamento e dedos cruzados porque elas adoram entupir…

Adiciona-se então as leveduras, pois elas serão responsáveis pela transformação do açúcar em álcool. Fecha-se o recipiente, lacra-se com o air-lock (aquela valvulazinha transparente) e leva-se à geladeira a 20°C por 1 semana aproximadamente ao fim da qual teremos o final da fermentação primária. A temperatura deve descer então a 10°C para a fermentação secundária durante 1 semana a 10 dias, dependendo das decisões do mestre cervejeiro.

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Cerveja fermentando na geladeira.

Nos últimos 2 dias a cerveja fica a 5°C para que os sedimentos se depositem no fundo e se possa proceder com a clarificação, quando ela deixa o recipiente no qual descansou sob refrigeração e passa a outro.

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Aí é a hora no passo final: o priming ou carbonatação que consiste na adição de 5 g de açúcar invertido (adicionado de ácido cítrico) por litro de cerveja. A cerveja precisa descansar mais 1 semana para adquirir espuma e prontinho! Você já tem uma cerveja para chamar de sua.

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Preparação da carbonatação.

É importante notar que a limpeza é fundamental para evitar a microbiologia invasora que pode trazer aromas não desejados em qualquer fase do processo e contaminar a sua cervejinha. Todo o material tem que ser exaustivamente lavado ao fim do processo e na fase final, a atenção especial vai para as garrafas.

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Cada garrafa é lavada individualmente.
Garrafas secando.
Garrafas secando.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É claro que esta é 1 versão de receita de cerveja. Existem milhares. Esta segue uma escola muito austera, a alemã. A escola belga por exemplo é bem mais liberal e permite a adição de frutas, frutas secas, ervas, chocolate, etc à cerveja para propor novos sabores. Você pode encontrar a Hengist em 3 variedades:

  1. Lager com toque maltado, equilibrada pelo amargo sutil e picante do lúpulo Hallertau Tradition.
  2. Pale Ale suave com delicioso aroma floral, perfeita pra quem quer tomar várias.
  3. Strong Ale com teor alcoólico elevado e um sabor marcante do malte que é característica do estilo.

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A não ser que dê a loca nos cervejeiros e eles decidam criar algo novo. Agora, acho que você não encontraria nada muito diferente disto, os cervejeiros em questão, optaram por:

  • pureza da água trazida de fonte de água mineral absolutamente natural;
  • sabores sinceros dos grãos.

ambas orientações da clássica escola que homenageia o dono do nome da cerveja: o filho de alemães Décio Hengist Corrêa, nosso pai. Ele faleceu ano passou e hoje faria mais um aninho de vida. É seu primeiro aniversário sem a gente ao ladinho e  este artigo homenageia ele e o meu irmão que faz uma cerveja cheia de honestidade e qualidade, duas características que meu pai admiraria muito. Não só numa bebida. E claro, o Thiago, um cervejeiro imbatível, companheiro do Décio filho nesta loucura que é fazer cerveja em casa, processo que parece parto em filme antigo: envolve muita água quente, trabalho duro e parece que não termina nunca!

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Feliz aniversário!

Como a Hengist é uma cerveja caseira, você não vai encontrar ela por aí, mas se você quiser saber mais, visite a página do Face:  Facebook – Hengist Cerveja Caseira

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Uma reflexão sobre o crescimento do segmento de cervejas artesanais e como isso pode ajudar o mercado de vinhos.

A explosão da venda de cervejas artesanais (17,2% em 2014) nos Estados Unidos está fazendo as grandes empresas mudarem suas estratégias na meca mundial do marketing. E o que isto tem a ver com vinho? Vem juntinho nesta reflexão.

Primeiro, não se entusiasme, as grandes marcas de cerveja ainda constituem 72% da venda de cerveja dos EUA, mas com as recentes perdas de participação de mercado para as cervejas artesanais e sua imagem imaculada de tudo que é bom, puro e inocente, hoje não é difícil olhar para o ranking das maiores marcas de cerveja dos EUA e reparar que seu orçamento foi de centenas de milhões de dólares para um punhado de milhares.

O pesadelo de qualquer marketeiro: este dinheiro foi destinado para fazer o que as grandes empresas fazem quando estão incomodadas com a concorrência, comprar empresas pequenas. Comprar é fácil, pouca gente boa resiste a uma maleta cheia de verdinhas. Difícil é fazer estes negócios sobre viverem dentro de grandes empresas com estruturas enormes, processos burocráticos, pensamentos engessados e overheads altíssimos.

Uma tentativa de parecer antenado é este comercial de uma cervejaria artesanal comprada pela Miller Coors, a Saint Archer Brewery Os sinais estão todos lá: skate, surf, trilhas isoladas, a bateria num crescendo, uns caras claramente descolados numa atitude “tô nem aí” e …. meia dúzia de cenas com a cerveja sem referência à marca e na meia dúzia que têm o logotipo, a coisa toda é muito casual, uma camisetinha, um brinde rápido, etc. Apelando em todos os níveis para aquilo que a nova geração aprecia nesta vida.

Aí mesmo que os marqueteiros não podem resistir a aplicar algumas técnicas destas aos produtos industriais, especialmente quando seus orçamentos encolhidos já não podem pagar a mega produção do comercial a ser exibido no intervalo do Super Bowl. O ponto é que estes profissionais se complicam com o consumidor que não está de bobeira e já notou que estão colocando gatos e patos no mesmo saco. E a consequência é a rejeição a estas marcas, tanto dos bares e restaurantes que se especializaram neste segmento quanto do consumidor. De acordo com pesquisa da Bloomberg, 6 em cada 10 bebedores de cerveja acredita que ser independente é uma característica importante para uma cerveja artesanal.

Isso não é exclusividade dos americanos: Wals (Belo Horizonte)? Petrópolis (Rio de Janeiro)? Colorado (Ribeirão Preto)? Eisenahun (Blumenau)? Alguém servido? Todas têm o comum o fato de terem sido micro-cervejarias compradas por grandes players do mercado.

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Até quando ela vai aguentar?

Os consumidores responsáveis por estas mudanças é a Geração Y. São aqueles nascidos entre a década de 80 e o ano 2000, a 1ª geração nascida e criada sob o manto da internet e das redes sociais, pressionada por uma violenta crise financeira que os atingiu na idade adulta após um período de grande crescimento econômico e que por isso tem prioridades diferentes. Aliás é mais ou menos assim que os sociólogos dividem as gerações. Esta é uma geração caracterizada pela necessidade de liberdade, exige inovação e reconhecimento nos diversos campos de sua vida. Isso se reflete na economia de vários modos: com menos grana, numa sociedade que vive on line, seus hábitos são distintos. As marcas têm cada vez menos importância,  o(s) preço(s) está disponível ao toque na tela do celular,  o que tem relevância mesmo é opinião dos amigos.

Além disso esta é uma geração que está preocupada com a saúde como nenhuma outra antes esteve e esta é uma das razões do crescimento do vinho em alguns mercados, pois como diria o bom e velho Pasteur, o vinho é a mais sã das bebidas.  É mesmo? Então vamos pensar esta questão por 2 lados: o do produtor e o do consumidor.

 

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Como produtor ou vendedor de vinho, você surfa esta onda de benefícios do vinho propagada pela mídia e ainda dá aquele toquezinho nas redes sociais com memes engraçadinhos sobre como esta bebida milagrosa previne cancêr, alzheimer, avc, emagrece, inibe envelhecimento, e chuta para baixo do tapete o fato que é álcool, ou você se preocupa em ser transparente sobre seus vinhedos, sua filosofia, sua visão sobre o produto? Já pensou o potencial de negócio em se comunicar claramente com seu consumidor sobre tudo isso, sem o veuzinho dos chavões típicos e repetitivos das redes sociais? É construção de um canal de comunicação e de uma laço só de vocês. É uma imagem que vai muito além da casta e do terroir e que por isso se torna proprietária, porque é o lado humano de um negócio que só fala de pedras, do tempo e de bagos. É o inicio de uma relação estreita e portanto, duradoura.

Como consumidor,  você sabe pelo menos como produzem o vinho que você toma? No rótulo não adianta olhar porque nem nos países com mais tradição vinicultora do mundo as empresas são obrigadas a declarar detalhes de produção. Óbvio que não estamos falando de usar substância ilegais ou danosas à saúde, porque nunca conheci nenhuma empresa que fizesse isso e nem estou a fim. Mas e os sites onde maioria das vezes tem uma porção de informações sobre a vinícola, seus vinhedos, filosofia, você olha? Já tentou visitar alguma vinícola para conhecer mais sobre seu vinho preferido? Não importa se a vinícola é em Jundiaí, Bento Gonçalves, Rioja ou Tblisi. Nem se ela é pequena ou grande, o que eu proponho é que você se interesse pelo seu vinho da mesma maneira  como se interessa pelo seu alimento e pela sua cerveja como pudemos ver acima.

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Saúde!

Aliás vinícola pequena não faz vinho necessariamente bom e nem vinícola grande faz vinho necessariamente ruim. Mas isso já é assunto para outro post. Saúde.

 

Fontes: How Big Beer is Getting Millennials Back e Goldman Sachs – Millenials

 

 

Vai pra Florianópolis? Então não perca estas dicas: praias, passeios e gastronomia.

Há mais de 20 anos meus pais e meu irmão (como muitos outros brasileiros) decidiram que Florianópolis seria uma cidade melhor para viverem do que a agitada, violenta e poluída São Paulo. Desde então, eu tenho passado temporadas mais longas ou mais curtas por lá, dependendo de como vão as coisas na minha vida e na deles.

Ponte Hercílio Luz, antiga ligação do continente à ilha.
Ponte Hercílio Luz, antiga ligação do continente à ilha.

Neste final de ano eu tive a oportunidade de ficar quase um mês em Floripa e resolvi que era hora de escreve sobre esta ilha que mudou tanto em alguns aspectos e tão pouco em outros. Espero que as dicas sirvam para quem pretende passar um tempo por lá.

Vem.... senta aqui com a gente.
Senta que lá vem história.

A primeira dica é o trânsito. Cuidado principalmente se você tem horário de avião ou precisa sair da ilha para algum compromisso. Quase nada foi feito para facilitar a circulação de carros na ilha, mesmo com o aumento exponencial da população e chegar ou sair dela são um parto. Tanto por terra (ponte) quanto pelo ar (aeroporto). Aliás, durante a temporada, considere os congestionamentos, especialmente nos horários de pico de ida e vinda da praia, como parte da sua vida.

Se estiver na Lagoa, olha para o lado e curte a paisagem.
Se estiver num congestionamento na Lagoa, olhe para o lado e curta a paisagem.

Floripa tem um sem número de praias, mas por costume, conveniência ou mesmo preguiça, a gente vai sempre nas mesmas, ao Norte da ilha. Jurerê Internacional é o ponto de encontro dos ricos e famosos. Uma praia sofisticada onde se encontram os imóveis de luxo. Pertinho dela, está a pequena Daniela, com pinta de prainha de pescador. Ambas são tranquilas e boas para famílias. Depois tem a Mole e a Galheta, as praias dos modernos e descolados, ponto de encontro da moçada. A Galheta é uma das praias de nudismo  da ilha, então tenha certeza do visual que você está buscando antes de se aventurar a cruzar as dunas da Mole para chegar lá. Eu adorava a Mole, até ter minha filha. O mar é super bravo, impraticável para quem tem criança e quer sossego. Na nossa lista restaram a Joaquina e a Barra da Lagoa.

As águas tranquilas da Barra da Lagoa.
As águas tranquilas da Barra da Lagoa.

A Joaquina é interessante para famílias, mas a praia tem trechos de mar traiçoeiro. No verão pode chegar a ficar cheia demais e se você gosta de tranquilidade, vai acabar incomodado.

Joaquina 1: mulher enterrando família. repare no tamanho da pá.
Joaquina 1: mulher enterrando família. Repare no tamanho da pá.
Joaquina 2. Grupo fazendo ritual estranho, barulhento e bem na orla. Afff!
Joaquina 2. Grupo fazendo ritual estranho, barulhento e bem na orla. Afff!

 

 

 

 

 

 

O nosso point é mesmo a Barra da Lagoa. Esta praia tem mar tranquilo onde minha pequena de 7 anos pode se aventurar, só com alguns trechos mais perigosos, mas bem vigiados por salva-vidas. Do posto deles em direção à ligação da Lagoa da Conceição com o  mar, a praia tem muitos bares e restaurantes. Na direção oposta, ela é bem mais tranquila. Na foto acima dá para ver bem. Aproveite e visite o Projeto Tamar que tem uma instalação ali. A garotada vai gostar.

Aqui a Lagoa se encontra com o mar - barra da Lagoa.
Aqui a Lagoa se encontra com o mar – Barra da Lagoa.

E curta a própria Lagoa da Conceição. Além das dezenas de restaurantes na Av. das Rendeiras que margeia a Lagoa, você encontra pequenas praias para lagartear, locais para fazer windsurf, caiaque, stand-up paddle e pesca. Só atenção com a condição de contaminação da água. Parece que a coisa anda complicada não só na Lagoa como em outras praias. Outro aspecto que não mudou muito, só piorou.

A Lagoa da Conceição.
A Lagoa da Conceição.
Precisa dizer algo?
Precisa dizer algo?

 

 

 

 

 

 

Além de praia, nosso passatempo favorito é comer. De preferência o churrasco do meu irmão, mas como é só pra família, vamos às dicas. A Barra da Lagoa conta com o excelente Ponta das Caranhas. Pier bonito, ambiente gostoso. Peça o Peixe à Moda da Caranha (enrolado com camarão e catupiry dentro) e chore por mais, mesmo com a porção enorme. O tradicionalíssimo Deca no Canto da Lagoa é a boa dica para você provar a sequência de camarão e o comercial de anchova grelhada (dá para 3 esfomeados), pratos típicos da região. Ainda tem cara de restaurante familiar de praia e um pier engraçadinho.

Sequência de camarões.
Sequência de camarões.
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Casquinha de siri.
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Pier do Deca.

 

Se está a fim de uma modernice, visite o pátio de Foodtrucks na Lagoa. Tem um pot-pourri de alimentos no esquema que você encontra neste tipo de local. É arrumadinho e conta com uma pista de skate. Para quem gosta…. Se é para comer assim, prefiro ir de dogão no trailer na frente da farmácia no centrinho da Lagoa, bem na praça. Peça o de linguiça e seja muito feliz.

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Pista de skate.

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Outra modernice que pegou bem na ilha são as hamburguerias. Nós gostamos da New York Burguers. Não tem site, mas tem  Face da New York Burguers. O atendimento estava meio fraco no dia que visitamos, porém o sanduíche é bom.

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Se você não passa sem pizza, vá de Forneria Catarina na Madre Benvenuta. Degustamos as pizzas de javali, parma e caprese. Tudo delicioso e enxaguado com chopps da Bierland.

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Bierland Pielsen, considerada a melhor da América do Sul no South Beer Cup 2014. Leve de médio amargor.
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Chope de trigo da Bierland. Aroma e sabor florais pungentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Floripa conta com uma boa variedade de chopes e cervejas ditas artesanais.  Provei a do The BlackSwan na Lagoa da Conceição, em frente ao supermercado Magia, local de chope e balada. Fomos só para a degustação mesmo, mas valeu.

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Nunca havia provado a gaúcha Tupiniquim, mas como meu irmão é fã, provei alguns rótulos. Gostei. É boa e tem bom preço. Não acho aqui, provavelmente por alguma bizarrice fiscal que inviabiliza o custo em São Paulo. Não sei se você sentem o mesmo mas cada vez mais parece que a gente muda de estado e de país, pois o preço e oferta de produtos tem sido afetada de maneira visível.

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Tupiniquim Pale Ale. Aroma adocicado e tostado. Médio amargor em boca.
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Tupiniquim Pale Ale. Aroma adocicado e tostado. Médio amargor em boca.
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A Pilsen é….. ok.

 

 

Se você também é mais de degustar em casa que em bares, apesar das boas ofertas no Angeloni (a gente é fã), temos também 2 lojas preferidas:

  • Uma loja muito legal, com muitos rótulos e bem arrumadinho, no centrinho da Lagoa, a Armazém Conceição.
  • Na Beer Store, também na Lagoa da Conceição, você pode comprar e degustar alguns rótulos diferentes num ambiente bem descontraído. Eles não têm email, mas tem Face Beer-Store.

Para os dias de chuva, existem 3 shoppings na ilha, o tradicional Continente, o super conhecido Beira Mar e o mais novo Iguatemi. Eu me mantenho longe de todos o tanto quanto posso, mas às vezes não tem como escapar e vamos ao Iguatemi mesmo.

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Shopping….

Ou vá ao Mercado Central. Recentemente reformado, oferece produtos in natura, petiscos, artesanato, etc. E logo ali do lado, tem o Camelódromo oficial para saciar qualquer surto consumista de verão.

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Petiscos no mercado.
Se puder cozinhar, aproveite a oferta de peixes e camarões frescos.
Se puder cozinhar, aproveite a oferta de peixes e camarões frescos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se não estiver a fim de compras e a chuva não estiver das piores, visite Santo Antonio de Lisboa e Sambaqui. Gracinhas de aldeias à beira mar, que quase vão transportar você à Portugal.

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As praias são declaradamente impróprias para o banho, pois estão bem em frente ao continente, mas existem lojinhas de artesanatos fofas para visitar, restaurantes deliciosos para aproveitar e não esqueça de visitar a igreja de Nossa Senhora das Necessidades. Linda demais.

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Aliás, acho que está e a principal dica, aproveite a Floripa de raiz, histórica, de tradição. A gente chega de férias e só quer se torrar na praia, acaba preso no trânsito e à vezes assado e frustrado. Não esqueça que esta região foi duramente ameaçada pelas invasões espanholas e que os portugueses tiveram que lutar para fincar pé neste território. Os açorianos, especificamente, foram enviados a esta região, mais frequentemente nos séculos XVIII e XIX para ocupar estas terras portuguesas.

A tranquilidade das meninas tomando um espumante na pracinha. Faça igual!
A tranquilidade das meninas tomando um espumante na pracinha. Faça igual!
Sossego.
Sossego.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Deixaram marcas: na gastronomia, na língua (tente entender um manezinho – como são chamados os nativos da ilha – falando e você vai saber o que estou falando. Mas não ele!) e na cultura. Vai treinando: Manezinhos discutindo (com legendas)

Artesanato no mercado municipal.
Artesanato no mercado municipal.

Um bom exemplo, é o chamado patrimônio imaterial de Santa Catarina, a Festa do Divino Espírito Santo. É herança cultural portuguesa trazida à Ilha pelos açorianos. As comemorações em torno deste ícone sacro, representado pela imagem de uma pomba, celebram o dia do Espírito Santo que acontece 50 dias após a Páscoa (Pentecostes). A festa começou em Portugal em 1296.

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Tradição da Pomba do Divino.

Ligue-se à natureza e à beleza da paisagem, da flora e da fauna. Não é à toa que Floripa é chamada de Ilha da Magia. Enfeitiçou a minha família há décadas. Deixe-se seduzir por ela, assim como nós.

Aracuã.
Aracuã.
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Tucano

 

 

 

 

 

 

 

Bom passeio!

Eu volto logo com mais dicas. Até!
Eu volto logo com mais dicas. Até!

Cerveja artesanal, um tesouro no interior de SP

A Eu Levo Vinho tem rodinha, por isso mesmo nem no final de semana a gente pára.

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Pé na estrada em direção ao nordeste do estado de São Paulo. 

Primeira parada: Mogi-Guaçu. Sábado foi dia de aula de cerveja no Senac Mogi-Guaçu. O público? Uma moçada muito bacana, antenada e louca para compartilhar a riqueza regional.

Cervejas degustadas em aula.
Cervejas degustadas em aula.

Foi lá que conhecemos o André e o Fabiano. Amigos de infância, ou melhor de adolescência, época em que fundaram um bloco de Carnaval e em homenagem aos hormônios efervescentes deste período chamaram o tal bloco de “Los Tarados”. O sucesso foi tanto que o bloco pareceu pouco, afinal Carnaval é só uma vez ao ano, e fundaram uma “casinha”, como eles chamam, para abrigar os outros passatempos favoritos da turma: beber cerveja e jogar cartas.  O tempo passou e a dupla ampliou este interesse. Resolveram fabricar a própria cerveja. Fizeram cursos, estudaram, pesquisaram e partiram pra briga. Hoje produzem 20 litros de cerveja por mês aproximadamente. Cada um deles devidamente degustado na “casinha” ou presenteado a amigos próximos. Mas eles querem ir mais longe e transformar o hobby em profissão. Então aguarde, um dia você ainda vai provar uma “Los Tarados”, e espero nós também, porque desta vez eles não tinham nada disponível.

Esta tem história.
Esta tem história.

Fomos direto a Itapira, atrás de um outro produtor artesanal, mas ao invés de procurar um galpão nos arredores da cidade, fomos direto ao centro dela, à uma…… barbearia.

Isso mesmo.  A Skull Barber é uma digna homenagem às barbearias vintage americanas, tanto na aparência quanto no serviço e, é claro, na cerveja.

Barbearia & Cervejaria!
Barbearia & Cervejaria!
Bem vindos à Skull Barber.
Bem vindos à Skull Barber.

 

 

 

 

 

 

 

 

O Sr. Valdir, barbeiro há mais de 20 anos na cidade, fazia questão de manter a tradição no negócio. Aí surgiu o Julio com esta idéia louca de montar uma cervejaria junto com uma barbearia tradicional. Tanto insistiu que o Sr. Valdir topou e os 2, acompanhados da esposa do Julio, a Priscila, começaram esta empreitada há alguns meses.

Sr. Valdir dando um capricho.
Sr. Valdir dando um capricho.
Não se assuste com o visual radical ao redor da Priscila, ela é uma simpatia.
Não se assuste com o visual radical ao redor da Priscila, ela é uma simpatia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O conceito é fiel ao que o Julio imaginou e a cerveja também é receita dele. O único problema é que o cabelo até dava pra cortar, mas a cerveja estava esgotada.

O balcão da Skull Barber.
O balcão da Skull Barber.
Cortando o cabelo, mas passando vontade da cerveja artesanal.
Cortando o cabelo, mas passando vontade da cerveja artesanal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo bem, o novo lote deve chegar no fim de março e a gente volta lá para provar. Quem sabe até lá a IPTV já pintou na barbearia e o sonho do Sr. Valdir de ver a barbearia na telinha não virou realidade? Alô, alô IPTV, vocês conhecem a Skull Barber?

Só sobrou a garrafinha. Vazia...
Só sobrou a garrafinha. Vazia…

Eles ainda não têm site, mas estão no Face. Curte eles, vai.

De Itapira, fomos direto a Serra Negra. Uma surpresa super agradável. Há muitos anos (mesmo) não ía para lá. Não imaginava que o interior de São Paulo guardasse uma jóia dessas.

O Cristo de Serra Negra.
O Cristo de Serra Negra.

Como a fome apertou, o jantar foi um prato bem leve (hahahaha, só quem não nos conhece acredita): costela ao bafo no CaféBoteco. Além da fome, a sede era grande também, já que nenhum dos visitados teve cerveja disponível pra gente degustar. Atacamos de espumante. Ficou ótimo.

Costela ao bafo do CaféBoteco.
Costela ao bafo do CaféBoteco.
Espumante com costela pode? Pode.
Espumante com costela pode? Pode.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

http://www.cafeboteco.com.br/site/

Sem hospedagem reservada e já meio tarde, optamos por ficar no Hotel Cordilheira, quarto pequeno, mas tudo limpo e arrumadinho. O café da manhã é super caprichado e fica numa área bem central de fácil acesso ao centrinho.

http://www.hotelcordilheira.com.br

Bem pertinho dali visitamos a Cerveja Artesanal Boutique, uma lojinha meio escondida numa galeria, que comercializa mais de 300 rótulos de cerveja e produz cerca de uma dezena de rótulos próprios.

A Boutique tem vários rótulos de produção própria.
A Boutique tem vários rótulos de produção própria.
A maior parte da produção estava esgotada! Prova do sucesso. Do que estava disponível a com limão siciliano causou mais curiosidade.
A maior parte da produção estava esgotada! Prova do sucesso.
Olha que graça o menu na garrafinha.
Olha que graça o menu na garrafinha.

http://www.cervejaartesanalboutique.com.br

Cruzando as estradas sinuosas, desviando ora de motoqueiros, ora de bikers que sobem e descem a serra, passamos por plantações de cana de açúcar e café, 2 outras riquezas desta região a serem por nós exploradas. Motivos para voltar!

Ainda há a cachaça da região a ser explorada.
Ainda há a cachaça da região a ser explorada.
Café até onde a vista alcança.
Café até onde a vista alcança.

 

 

 

 

 

 

Saindo dali, o destino era Holambra que sempre quis conhecer e nunca tive oportunidade.   Queria ver as flores, mas terminamos com….. cerveja.

A cidade é mesmo uma pintura. Arrumada, limpa e organizada. Ignore os letreiros em português e o calor de 40 graus e você achará que está na Europa.

Comércio na principal rua de Holambra.
Comércio na principal rua de Holambra.
Capivaras tomando sol no lago da cidade. Em frente à delegacia.
Capivaras tomando sol no lago da cidade. Em frente à delegacia.

 

 

 

 

 

 

 

Deu a hora do almoço e a pacata cidadezinha começa a se encher de turistas procurando a culinária típica. Nossa escolha foi o Bar Krug F&F.

Logo na entrada da cidade.
Logo na entrada da cidade.
Isto sim são boas-vindas.
Isto sim são boas-vindas.

 

 

 

 

 

Ali degustamos 3 cervejas diferentes:

Weiss. Mais parecida com o tradicional choppinho, mas muito cremoso e mais encorpado.
Weiss. Mais parecida com o tradicional choppinho, mas muito cremoso e mais encorpado.
IPA. encorpada, aromática e com amargor interessante. Foi a nossa preferida.
IPA. encorpada, aromática e com amargor interessante. Foi a nossa preferida
Bock. Mel, chocolate e um tostado profundo.
Bock. Mel, chocolate e um tostado profundo.

 

 

 

Muito interessantes. E harmonizaram perfeitamente com nossa escolha: eisbein. Diferente do tradicional,  mas muito gostoso. Para a próxima visita queremos provar o quibe feito com o mosto da preparação da cerveja no lugar do trigo.

Eisbein pururuca.
Eisbein pururuca.

http://www.schornstein.com.br/bares-fabricas

A gente até tentou (mentira), mas não pôde resistir a dar uma passadinha numa confeitaria típica holandesa. E para isso escolhemos  a Zoet en Zout que não só tem doces e sorvetes deliciosos como também oferece uma vista espetacular do lago.

Perfeita para um doce, expresso e um momento preguiça pós almoço.
Perfeita para um doce, expresso e um momento preguiça pós almoço.

http://zoet-en-zout.com.br/web/

O interior de São Paulo é sabidamente muito quente o que sem dúvida contribui para a cultura cervejeira, além disso possuem água de qualidade em abundância, tão necessária à fabricação deste produto. Mas nada nos havia preparado para estas descobertas.

Descobrimos não só cerveja de verdade, mas também a riqueza das pessoas e do interior do nosso estado. Vamos certamente repetir.

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