Mais uma boa dica de vinho verde, também depois de tanto falar do Minho!

Já falamos muito sobre o Minho e temos um monte de razões para isso:

  • é uma região linda;
  • produz um vinho único e exclusivo, o vinho verde;
  • normalmente o vinho verde tem um preço mais acessível;
  • é muito leve e refrescante para o nosso clima;
  • combina muito com a nossa gastronomia conforme falamos no nosso post Você conhece vinho verde.
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Vinhas típicas do Minho.

Já contamos sobre a Sug-região de Monção e Melgaço que é o terroir onde a casta Alvarinho apresenta sua melhores características mais acentuadamente, mas não podemos esquecer que a região demarcada dos vinhos verdes é considerada a maior região de Portugal e uma das maiores regiões demarcadas do mundo, essencialmente devido à extensão da sua área e por isso existe uma grande variedade de bons vinhos verdes de outras sub-regiões. Saiba mais no site da COMISSÃO DE VITICULTURA DA REGIÃO DOS VINHOS VERDES.

Outra característica marcante da Região dos Vinhos Verdes é a produção dispersa por inúmeras propriedades agrícolas de pequena dimensão, geralmente pertencentes a famílias. O início do movimento cooperativo remonta à década de 50 justamente como resposta à necessidade de unir os milhares de pequenos e médios produtores de Vinho Verde para que pudessem obter escala na vinificação, comercialização e distribuição.

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Cultivo antigo e tradicional de vinhas no Minho.
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Vinhas “de Enforcado”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É o caso da Vercoope, situada pertinho do Porto, em Agrela/ Santo-Tirso fundada em 1964. A Vercoope é uma cooperativa de Adegas Associadas: Amarante, Braga, Guimarães, Famalicão, Felgueiras, Paredes e Vale de Cambra. É a união de cerca de 5.000 viticultores, resultando numa incrível variedade de marcas e vinhos de perfis diferentes.

Dentre as várias marcas da Vercoope no Brasil, encontramos a Adega de Braga, vinho verde das Sub-regiões do Cávado e Sousa, exclusiva de nossos amigos da Casa Palla. São 3 variedades:
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  1. O branco é um corte das castas: Arinto, Loureiro e Trajadura com notas de frutos cítricos, maçã verde e pêra fresca. Recomendo com um bom sushi.
  2. O da casta Loureiro apresenta aromas de maçã verde e abacaxi e na boca também entrega notas cítricas. Neste vou ousar e recomendar com um churrasco. Sim! Cai bem com linguiça, frango e costelinha suína na brasa. Prove e me conte.
  3. O rosé é da casta Espadeiro com notas de morango e framboesa. Leve e refrescante, recomendo como aperitivo.

Gosto de dizer sempre que somos independentes, mas a Casa Palla além de ser nosso cliente, são gente muito boa e praticam preços que valem a pena conhecer. Fica a dica.

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